Grécia 2009

CIRCUITO CLÁSSICO PELO PELOPONESO: Atenas – Olímpia – Delfos – Meteora
Excursão aos principais pontos históricos da cultura grega, como o famoso Templo de Epidaurus, as ruínas pré-históricas de Agamenon, o sítio arqueológico de Delfos,os monastérios suspensos de Meteora, e na cidade de Atenas, a eterna Acrópole, com as ruínas do templo da deusa Athena e o teatro de Dioniso.

CRUZEIRO PELAS MAIS FAMOSAS ILHAS GREGAS E DA TURQUIA
Passeio pela antiga cidade de Éfeso, na Turquia, depois navegando até Mykonos, Patmos, Santorini, Rodes, a ilha das rosas, e Creta, com suas ruas estreitas e casas brancas, seus cafés sobre o mar azul e suas histórias medievais.

AS ILHAS GREGAS

MYKONOS
A ilha grega de Mikonos é a moda da balada na Europa.
À noite a agitação continua nas boates da capital Chora, principalmente no bairro Venetia, assim apelidado pela semelhança com a cidade italiana de Veneza, com os balcões de seus estabelecimentos construídos em meio a água. Durante o dia, não se assuste em Paradise Beach e Super Paradise Beach, pois nestas praias o nudismo é permitido.

Na mitologia, serviu de local de batalha entre Zeus e os Gigantes. A história está presente nas ruelas estreitas e dezenas de igrejas por todos os cantos.

A comida típica é a Louza, aperitivo à base de carne de porco e vitela com muito sal e pimenta. Não deixe de experimentar também o Kopanisti, um queijo bem temperado e apimentado, que pode vir junto com manteiga para deixar o gosto mais leve. Ele vem servido no pão ou em uma torrada banhada em cevada com tomates ou pepino.

SANTORINI
Santorini é uma ilha vulcânica localizada no extremo sul do grupo das Cíclades, no Mar Egeu, a cerca de 200 km a sudeste da cidade de Atenas. A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os venezianos a denominavam. Para além da ilha principal, Santorini tem nas suas proximidades diversos ilhéus, formando um grupo quase circular de ilhas, vestígio da grande erupção que despedaçou a ilha.

Após a erupção vulcânica que sofreu há 3.500 anos, toda a geografia da ilha ficou afetada. O impacto daquela erupção fez-se sentir em todo o mundo ao redor, mas com particular intensidade na bacia do Mediterrâneo.
As principais cidades, Fira, a capital, e Oia, embora preservem a sua arquitetura tradicional na forma de um conjunto de habitações escavadas na rocha com teto em arco, palacetes neoclássicos e casas rústicas do século XIX, ambas as cidades foram literalmente invadidas por lojas de artesanato e souvenirs, bares e restaurantes, assemelhando-se, à primeira vista, a belos centros comerciais ao ar livre.

PATMOS
Patmos é mais uma lindíssima ilha grega rodeada pelo mar azul, localizada no Dodecaneso; mas, diferentemente das outras ilhas, Patmos chama a atenção pela sua costa toda retalhada, vàrias ilhazinhas ao redor e um mosteiro para coroar a ilha. Sua capital se chama Chora, è uma cidadezinha medieval, do século XIII, construída ao redor do Mosteiro de Sao João Evangelista, com casas brancas e ruas estreitas. Alguns chamam Patmos de “Jerusalém do Egeu”, por causa do Mosteiro de Sao João, que foi construído no século XI, e que domina toda a paisagem da ilha.

Essa devoção toda a Sao João é porque, segundo a lenda, no ano 95, o discípulo predileto de Cristo foi a Patmos, exilado, e ali começou a pregar o Cristianismo e a batizar os habitantes. Também foi numa caverna em Patmos que Sao João escreveu o Apocalipse.

ÉFESO
Éfeso foi uma das grandes cidades dos jônicos na Ásia Menor, e foi fundada por colonos provenientes principalmente de Atenas. Ciro, o Grande, incorporou a cidade ao império persa, e Alexandre a libertou em 334 a.C. Com o surgimento do cristianismo, Éfeso foi uma das primeiras cidades cuja pregação dos apóstolos alcançou.

Atualmente, pertence à Turquia. Em Éfeso existia um dos maiores teatros do mundo, com capacidade para 25.000 espectadores, e tinha uma população total estimada em cerca de 400.000 a 500.000 habitantes.

O templo original de Ártemis tinha cento e vinte colunas e foi construído em homenagem à deusa grega da caça e protetora dos animais selvagens, no ano de 550 a.C., depois foi destruído em 356 a.C. Hoje existe apenas um pilar da construção original. O templo foi uma das "sete maravilhas" do mundo antigo. Anos depois, Alexandre da Alexandria, ajudou a reconstruí-lo. Depois de vários ataques, ele finalmente completamente destruído por instigação de São João Crisóstomo, em meio à histeria dos cristãos contra o paganismo. No século XIX os escavadores descobriram as fundações e recuperaram algumas colunas; mas muito pouco restou.

Um dos pontos altos da visita a Éfeso é a casa de Maria, onde provavelmente Nossa Senhora morou com São João, e ali faleceu. Esta casa foi vista em um êxtase espiritual pela mística Catharina Emmerick (1774-1820). Catharina, sem o menor conhecimento geográfico da região e sem nunca ter estado em Éfeso, descreveu de forma precisa e exata o lugar que se conhece hoje como a casa onde a Virgem Maria morou com São João.

CRETA
Creta (Kriti, em grego moderno e Crete, em grego antigo) é a maior das ilhas gregas e a quinta maior do mediterrâneo. O clima de Creta é provavelmente o mais ameno da Europa. Cheia de montanhas e de lindas escarpas e falésias que descem até ao mar, Creta possui uma riqueza histórica e arqueológica ímpar.

Entre 3000 e 2000 a.C., os primeiros habitantes da ilha chegaram formando um conjunto de pequenas cidades. Já nessa época, dominavam técnicas de manuseio de metais e comercializavam com os egípcios e as populações das Ilhas Cíclades. A partir do seu desenvolvimento comercial, os primeiros grandes centros urbanos apareceram em Creta.

No ano de 1750 a.C. um forte terremoto provocou grande destruição na ilha; na mesma época, hordas sucessivas de invasões de bárbaros arianos interrompia o processo de desenvolvimento da civilização cretense.

Durante o governo do Rei Cnossos, por volta de 1700 a.C., iniciou-se a reorganização dos cretenses. Alguns documentos trazem a idéia de que a sociedade cretense foi marcada pelo prestígio dado à figura feminina. Um dos mais fortes indícios que sustentam essa tese vem do campo religioso. O culto à Grande Mãe, deusa das terras e da fertilidade, era uma das muitas manifestações religiosas.