VIAGENS MÍSTICAS E CULTURAIS

Viagens místicas são aquelas que proporcionam uma expansão da consciência diante de fatos ou lugares que relembram à nossa Alma, os passos de nossa caminhada pelo mundo.
Existem lugares na Terra de grande concentração de energia, que favorecem essa expansão da consciência. São lugares antigos, onde a história ficou registrada em monumentos, templos e ruínas que ainda guardam a memória das vidas que por ali passaram. Diante deles nossa mente se cala em reverência.
Os roteiros organizados pelo CLASI tem por objetivo reunir pessoas que sentem esse anseio no coração. Mas querem poder compartilhar esse sentimento em grupo, com seus pares.

INDIA 2015

De 08 a 20 de janeiro deste ano, realizamos, em parceria com a agência Catedral Viagens, um tour pela Índia Misteriosa, esse país cheio de contradições, e que se desenvolve economicamente num ritmo intenso, mas mantém seu povo imerso na maior pobreza e carente de tudo.

Sua história está escrita nos templos e palácios de reis e marajás, hoje destronados, mas ainda enriquecidos pelos espólios de muitos anos. Só de invasões islâmicas foram 14 séculos; por ali passaram os persas, os mongóis, os árabes, os ingleses. Os portugueses dominaram o país por 400 anos. Embora o inglês seja a língua institucional do país, o sânscrito é a língua sagrada do hinduísmo.
Um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento cultural e econômico da Índia são as castas. Ainda existem, embora com menos força do que há alguns séculos, as 4 castas básicas, a sacerdotal, a dos guerreiros, dos comerciantes e dos serviçais. À parte, para os trabalhos mais sujos, estão os intocáveis. E embora Gandhi tenha afirmado que todos os humanos são filhos de Deus, eles disseram que eles não, porque eles são sub humanos...

Nós fizemos o chamado Triângulo Dourado, que compreende Delhi, Jaipur, Agra, Jhansi, Kajurao e Varanasi. Difícil definir qual desses lugares nos impressionou mais. Em cada um deles, uma experiência mais intensa do que a outra. A Índia é assim, não dá para explicar. É preciso estar lá para sentir.

PROVENCE 2013 - Sul da França

Juntamente com a Zênith Travel Club e a Casa das Matryoscas, de Belo Horizonte, nós realizamos uma viagem em grupo ao sul da França, com o objetivo de seguir os passos de Maria Madalena e Santa Sara no início de nossa era. Toda a região guarda a história da cultura dos cátaros durante a Idade Média, nos castelos, nas igrejas e nas lendas repletas de mistérios não resolvidos. Esta região foi dominada pelos celtas e pelos druidas, e suas marcas ainda estão por lá. A região se chama Occitania, devido à língua falada por esses povos, que era chamada a língua de Ox.

A experiência que pretendíamos resgatar nesta viagem ao sul da França era baseada no entendimento de que sempre que um grupo de pessoas com a mesma sintonia se reúne sincronicamente, com o coração aberto, a natureza responde e a magia acontece!

Para mim, Rennes-le-Chateau foi uma visita emocionante. Sua história começa no final do século 19, quando o padre da paróquia de repente tornou-se muito rico, depois de ter descoberto alguns pergaminhos antigos escondidos na parede, enquanto fazia algumas reformas para sua igreja. Nesta reforma coisas estranhas aconteceram com a pintura de Maria Madalena. O tesouro pode ter sido dos Merovíngios e dos Templários. O interesse para desvendar esta história voltou nos anos 60. Muitos livros foram escritos a respeito, o mais famoso é o “Código da Vinci”, de Dan Brown.

Carcassone é a maior cidade murada intacta na Europa. Em 1997, Carcassonne foi adicionado pela UNESCO na lista de cidades do Patrimônio Mundial. Parece um sonho. Ao chegar, sua visão nos transporta para um outro tempo e dimensão, sua arquitetura inspirou vários contos de fadas, com cavaleiros e princesas. Somos arrebatados imediatamente para a Idade Média, assim que cruzamos a ponte levadiça. As ruas estreitas de pedra cinzenta transformam-se num labirinto, sem sabermos ao certo onde vai dar, se nas muralhas, na basílica ou na praça principal. Nossos passos ecoam ao longe, e a cada esquina parece que vai aparecer diante de nós um cavaleiro com sua armadura prateada e reluzente. Carcassonne foi reconstruída no século XIX, pelo arquiteto Viollet-le-Duc, o mesmo que restaurou os santuários de Notre-Dame de Paris e Sainte-Madeleine de Vézelay.

Um dos pontos altos da viagem foi a subida à gruta de Madalena. Atravessamos a bela e antiga floresta da Santa Baume e subimos à montanha onde está a gruta de Maria Madalena. Esta foi uma peregrinação de um dia inteiro, para sentir a energia deste local e para que cada um tivesse a sua experiência pessoal com Maria Magdala.

Segundo a história, Maria Madalena fugiu para a região de Camargue, no sul da França, por onde viajou pregando incessantemente o Evangelho. Mais tarde ela parou para descansar em uma caverna perto de St. Baume e acabou ficando por lá por cerca de 35 anos, onde viveu uma vida de retiro e contemplação. A Caverna de Sta. Baume é sagrada e dedicada também à Deusa Egípcia Isis.
A grande descoberta cristã ocorreu em 1279, quando os supostos ossos de Maria Madalena foram encontrados numa caverna perto de Saint Maximim. Um documento datado de 710 (que depois desapareceu), encontrado pelo conde Charles de Provence depois de um aviso num sonho, teria confirmado a autenticidade do achado. Charles gastou sua fortuna para construir a Basílica de Saint Maximim, onde é guardado o suposto crânio de Maria Madalena num relicário. Esta igreja se tornou uma referência turística, além de ser um local religioso para os povos cátaros, que acreditavam que Madalena teria sido a esposa de Jesus.

Em Sainte Marie de la Mer se festeja a data de 24 de maio como a festa de Santa Sara, padroeira dos ciganos. Nesta data ficamos hospedadas no hotel Les Arnelles, e participamos da grande celebração à Virgem Negra, que guarda sabedoria e antigos conhecimentos secretos. Neste dia participamos das orações, da procissão, comidas típicas, muita dança e música cigana.

TURQUIA 2011

Nesta viagem, onde havia pessoas de São Paulo, Minas Gerais e Pará, ocorreu uma perfeita sintonia entre todos do grupo, fazendo com que ela se tornasse inesquecível para todos nós.

Viajar pela Turquia é o mesmo que fazer um curso sobre a história da humanidade, onde a natureza e a cultura são os nossos grandes mestres. Em Istambul, acompanhamos a cultura de outros povos que invadiram a região diversas vezes, deixando as marcas de sua passagem nas pinturas, mosaicos, na arquitetura, nos templos, e principalmente, nos temperos e condimentos exóticos que podemos comprar no Mercado de Especiarias.

A religião muçulmana se faz presente dia e noite na entoação pública de suas orações pelos auto-falantes dos minaretes que se espalham pela cidade. Mulheres caminham quase totalmente cobertas por vestes negras, algumas cobrem só a cabeça com turbantes coloridos, outras andam de óculos raiban e calça jeans, mostrando que a cultura está mudando também no mundo turco.

A ponte sobre o estreito de Bósforo divide a cidade em duas partes, a européia e a asiática. Lá do alto, a torre de Gálata vigia a cidade em movimento. No Grande Bazar se atropela a multidão fascinada com as lojas de especiarias, pachiminas, pratas, cerâmicas coloridas, onde os turistas se encantam com a variedade de cores e perfumes.

De Istambul para a Anatólia damos um passo para milhões de anos atrás, onde a natureza escavou nas rochas as formas mais bizarras do mundo. Em Urgup vimos uma paisagem formada há 600 milhões de anos pela ação dos vulcões, e em toda a Capadócia assistimos a luta dos homens pela sobrevivência, escavando nas rochas cidades de até 5 andares, como em Uchisar, onde escondiam e se protegiam contra os invasores. Kaimaklû é uma cidade subterrânea impressionante.

Em Avanos vivmos a cerâmica tradicional da antiga Anatólia sendo fabricada segundo os padrões antigos de 8.000 anos. A beleza dos pratos pintados a mão é uma verdadeira obras de arte. Também a fabricação de tapetes é uma arte que começa a entrar em extinção, por falta de mão de obra. Mulheres idosas são pagas pelo governo para tecerem os maravilhosos tapetes que vemos nas lojas.

Pamukhale é uma paisagem lunar de beleza estonteante. Do fundo da terra brotam as águas termais que enchem as piscinas naturais de um branco calcáreo, formando várias camadas ao longo da montanha. O contato com essa água é profundamente vitalizante e tem sido usada para cura de doenças reumáticas.

Ao nos aproximar do litoral do mar Egeu, a paisagem começa a mudar e nos vemos rodeados por oliveiras e figueiras enormes ao longo da estrada. Chegamos em Kusadâsi, e daí a visita a Éfeso foi o coroamento de toda a viagem. Éfeso foi uma cidade que, segundo a tradição, teria sido construída por mulheres, chamadas amazonas, e realmente pode-se ver a influência do feminino em toda sua história cultural, política e arquitetura. Artêmis era a divindade que presidia todos os cultos, seu templo teria sido um dos maiores em toda a antiguidade. Hoje está completamente destruído, restando apenas algumas pedras.

A cidade antiga de Éfeso guarda ainda a memória da riqueza de seus prédios imensos, de suas ruas ladeadas de colunas de mármore, edifícios repletos de estátuas de personagens importantes da época, nos banhos turcos, em algumas casas ainda preservadas e nos templos dedicados aos cultos religiosos.É realmente uma viagem na história, andar por aquelas ruínas que falam e despertam nossa memória ancestral.

A casa da Virgem Maria fica em Éfeso, no alto de uma montanha onde, segundo a tradição, São João a teria levado para morar para fugir da perseguição dos romanos aos cristãos, logo depois da crucificação de Jesus. É uma casinha pequena, feita totalmente de pedras. A emoção nos toca profundamente ao entrar. Há pouco tempo houve um incêndio enorme na região, mas o fogo se deteve há alguns metros da casa de Maria. Ainda se pode ver a vegetação toda queimada ao redor, e em volta da casa tudo intacto...

Ainda há muito a se pesquisar sobre as origens matriarcais da cultura em toda a Anatólia, antes dos nômades hunos, hititas, mongóis e outros povos chegarem com sua cultura masculina, guerreira e colonizadora, e dominarem toda a região.

A primeira povoação que se tem notícia foi a de Çatalhoyuk, há cerca de 7 mil anos a.C. época conhecida como Neolítico, ou Idade da Pedra. Escavações encontraram os restos do que teria sido uma cultura pacífica, sedentária, voltada à agricultura. Sua religião era fortemente matriarcal, e dentre os achados pré-históricos havia milhares de pequenas estatuetas da Deusa Mãe, cultuada pelo povo.

Este fato pode ser confirmado pelos estudos sobre a origem do nome Capadócia. Existem placas de bronze muito antigas que fazem menção ao nome desta região como “Katpatuka”, cujo significado na língua persa é “país onde se criam bons cavalos”. A região da Anatólia foi invadida primeiramente pelos povos Hititas, que chegaram à cavalo e dominaram a população nativa. Muitos outros povos invadiram a região, mantendo sempre a criação de cavalos como uma tradição em toda a região da Capadócia. Mas, antes dessas invasões de povos nômades e guerreiros, o nome desta imensa planície era “Katpat-uka”, que significa “país dos habitantes de Katpat”. Ocorre que, entre os anos 2000 aC., a Deusa Mãe ainda era cultuada pelos nativos, e tinha o nome de “Khepat”, que mais tarde, passando para a fonética grega daria “Katpatuka”, que significa “país da sagrada Deusa Mãe”. Muito tempo depois esse nome evoluiu para Kappadokia, que é Capadócia, em turco. A memória da Deusa Mãe se perdeu quase totalmente em terras turcas na língua dos colonizadores.

Durante a viagem, por entre as ruínas antigas de Éfeso, nas noites misteriosas da Capadócia, diante das águas azuis de Pamukhale, nós realizamos rituais de meditação e dança circular sagrada. Isso fez com que esta fosse, não uma viagem de turismo como tantas outras, mas uma verdadeira viagem mística a um lugar sagrado.

GRÉCIA 2009

CIRCUITO CLÁSSICO PELO PELOPONESO: Atenas – Olímpia – Delfos – Meteora

Nesta excursão chamada de 'Circuito Clássico" visitamos os principais pontos históricos da cultura grega, como o famoso Templo de Epidaurus, as ruínas pré-históricas de Agamenon, o sítio arqueológico de Delfos,os monastérios suspensos de Meteora, e na cidade de Atenas, a eterna Acrópole, com as ruínas do templo da deusa Athena e o teatro de Dioniso.

CRUZEIRO PELAS MAIS FAMOSAS ILHAS GREGAS E DA TURQUIA

Depois embarcamos num cruzeiro na antiga cidade de Éfeso, na Turquia, e seguimos navegando até Mykonos, Patmos, Santorini, Rodes, a ilha das rosas, e Creta, com suas ruas estreitas e casas brancas, seus cafés sobre o mar azul e suas histórias medievais.

CONHECENDO UM POUCO DAS ILHAS GREGAS

MYKONOS
A ilha grega de Mikonos é a moda da balada na Europa.
À noite a agitação continua nas boates da capital Chora, principalmente no bairro Venetia, assim apelidado pela semelhança com a cidade italiana de Veneza, com os balcões de seus estabelecimentos construídos em meio a água. Durante o dia, não se assuste em Paradise Beach e Super Paradise Beach, pois nestas praias o nudismo é permitido.

Na mitologia, serviu de local de batalha entre Zeus e os Gigantes. A história está presente nas ruelas estreitas e dezenas de igrejas por todos os cantos.

A comida típica é a Louza, aperitivo à base de carne de porco e vitela com muito sal e pimenta. Não deixe de experimentar também o Kopanisti, um queijo bem temperado e apimentado, que pode vir junto com manteiga para deixar o gosto mais leve. Ele vem servido no pão ou em uma torrada banhada em cevada com tomates ou pepino.

SANTORINI
Santorini é uma ilha vulcânica localizada no extremo sul do grupo das Cíclades, no Mar Egeu, a cerca de 200 km a sudeste da cidade de Atenas. A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os venezianos a denominavam. Para além da ilha principal, Santorini tem nas suas proximidades diversos ilhéus, formando um grupo quase circular de ilhas, vestígio da grande erupção que despedaçou a ilha.

Após a erupção vulcânica que sofreu há 3.500 anos, toda a geografia da ilha ficou afetada. O impacto daquela erupção fez-se sentir em todo o mundo ao redor, mas com particular intensidade na bacia do Mediterrâneo.
As principais cidades, Fira, a capital, e Oia, embora preservem a sua arquitetura tradicional na forma de um conjunto de habitações escavadas na rocha com teto em arco, palacetes neoclássicos e casas rústicas do século XIX, ambas as cidades foram literalmente invadidas por lojas de artesanato e souvenirs, bares e restaurantes, assemelhando-se, à primeira vista, a belos centros comerciais ao ar livre.

PATMOS
Patmos é mais uma lindíssima ilha grega rodeada pelo mar azul, localizada no Dodecaneso; mas, diferentemente das outras ilhas, Patmos chama a atenção pela sua costa toda retalhada, vàrias ilhazinhas ao redor e um mosteiro para coroar a ilha. Sua capital se chama Chora, è uma cidadezinha medieval, do século XIII, construída ao redor do Mosteiro de Sao João Evangelista, com casas brancas e ruas estreitas. Alguns chamam Patmos de “Jerusalém do Egeu”, por causa do Mosteiro de Sao João, que foi construído no século XI, e que domina toda a paisagem da ilha.

Essa devoção toda a Sao João é porque, segundo a lenda, no ano 95, o discípulo predileto de Cristo foi a Patmos, exilado, e ali começou a pregar o Cristianismo e a batizar os habitantes. Também foi numa caverna em Patmos que Sao João escreveu o Apocalipse.

ÉFESO
Éfeso foi uma das grandes cidades dos jônicos na Ásia Menor, e foi fundada por colonos provenientes principalmente de Atenas. Ciro, o Grande, incorporou a cidade ao império persa, e Alexandre a libertou em 334 a.C. Com o surgimento do cristianismo, Éfeso foi uma das primeiras cidades cuja pregação dos apóstolos alcançou.

Atualmente, pertence à Turquia. Em Éfeso existia um dos maiores teatros do mundo, com capacidade para 25.000 espectadores, e tinha uma população total estimada em cerca de 400.000 a 500.000 habitantes.

O templo original de Ártemis tinha cento e vinte colunas e foi construído em homenagem à deusa grega da caça e protetora dos animais selvagens, no ano de 550 a.C., depois foi destruído em 356 a.C. Hoje existe apenas um pilar da construção original. O templo foi uma das "sete maravilhas" do mundo antigo. Anos depois, Alexandre da Alexandria, ajudou a reconstruí-lo. Depois de vários ataques, ele finalmente completamente destruído por instigação de São João Crisóstomo, em meio à histeria dos cristãos contra o paganismo. No século XIX os escavadores descobriram as fundações e recuperaram algumas colunas; mas muito pouco restou.

Um dos pontos altos da visita a Éfeso é a casa de Maria, onde provavelmente Nossa Senhora morou com São João, e ali faleceu. Esta casa foi vista em um êxtase espiritual pela mística Catharina Emmerick (1774-1820). Catharina, sem o menor conhecimento geográfico da região e sem nunca ter estado em Éfeso, descreveu de forma precisa e exata o lugar que se conhece hoje como a casa onde a Virgem Maria morou com São João.

CRETA
Creta (Kriti, em grego moderno e Crete, em grego antigo) é a maior das ilhas gregas e a quinta maior do mediterrâneo. O clima de Creta é provavelmente o mais ameno da Europa. Cheia de montanhas e de lindas escarpas e falésias que descem até ao mar, Creta possui uma riqueza histórica e arqueológica ímpar.

Entre 3000 e 2000 a.C., os primeiros habitantes da ilha chegaram formando um conjunto de pequenas cidades. Já nessa época, dominavam técnicas de manuseio de metais e comercializavam com os egípcios e as populações das Ilhas Cíclades. A partir do seu desenvolvimento comercial, os primeiros grandes centros urbanos apareceram em Creta.

No ano de 1750 a.C. um forte terremoto provocou grande destruição na ilha; na mesma época, hordas sucessivas de invasões de bárbaros arianos interrompia o processo de desenvolvimento da civilização cretense.

Durante o governo do Rei Cnossos, por volta de 1700 a.C., iniciou-se a reorganização dos cretenses. Alguns documentos trazem a idéia de que a sociedade cretense foi marcada pelo prestígio dado à figura feminina. Um dos mais fortes indícios que sustentam essa tese vem do campo religioso. O culto à Grande Mãe, deusa das terras e da fertilidade, era uma das muitas manifestações religiosas

EGITO 2008

Terra do Nilo e das Pirâmides, o Egito fascina a quem dele se aproxima, envolvendo a todos num clima de mistério e grandiosidade. De Heródoto a Napoleão, até os dias de hoje, a história da civilização egípcia vem sempre envolta numa nuvem mística, quase etérea, resultado da inevitável mistura de deuses, mitos, monumentos e personagens que marcaram indelevelmente a história da humanidade.

Quando se fala no Egito Antigo, as primeiras coisas que nos vêm à mente são as imagens das grandes pirâmides, múmias e artefatos dos museus, os templos e a atmosfera misteriosa que cerca tudo o que diz respeito ao tempo dos faraós. Mas o Egito é o berço da sabedoria da humanidade. Os primeiros faraós foram sacerdotes de cura do corpo e da alma, e sua ciência expressava o perfeito domínio que possuíam sobre a matéria e a energia.

Nesta viagem percorremos o Nilo num Cruzeiro, que foi parando em locais como Cairo, Sakara, Gizé, Assuan, Filae, Kom Ombo, Edfu, Luxor, Abydos e Dandara, onde visitamos os mais importantes templos, pirâmides e túmulos de faraós.

INFORMAÇÕES SOBRE AS PRÓXIMAS VIAGENS

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Viagens realizadas pelo CLASI - Centro Latino Americano de Saúde Integral

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